recuperação de drogas
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"Mas fiquei muito impressionado com os escritos de Hubbard. Havia muitas coisas ali que não tinham nada a ver com coisas que acontecem na vida e coisas que considerei que eram fórmulas. Se você aplicava uma fórmula determinada, conseguia tal resultado. Na realidade, a leitura de Os Fundamentos da VIda foi o início de Narconon".

Lendo e estudando os livros de L. Ron Hubbard o Senhor Benitez foi finalmente capaz de confrontar e superar sua própria condição de ser adicto às drogas.

"O que mais me impressionou acerca do material foi que não se conformava somente em falar de habilidades, senão também dos métodos ou exercícios práticos para recupará-las", diz William.

"Percebi que o fato de ser adicto às drogas não é nada mais que uma incapacidade que começa quando uma pessoa deixa de utilizar suas habilidades para a sobrevivência construtiva. Encontrei que se uma pessoa reabilitasse e aplicasse certas habilidades, essa pessoa poderia conseguir um futuro para si mesmo e que poderia perseverar até alcançar seus própositos. Ela poderia confrontar a vida, isolar os problemas e resolvê-los, comunicar-se melhor, ser responsável e estabelecer standard de ética, e funcionar com mais auto-estima".

"Finalmente notei que havia desenvolvido nas habilidades essenciais e necessárias para superar meu problema com as drogas. E sabia que tinha que fazer que essa tecnologia ficasse disponível para outros adictos na prisão".

Ele conseguiu autorização das autoridades da prisão para começar um programa para vinte reclusos consumidores de drogas. Num princípio as autoridades temiam que esse tipo de programa pudesse trazer problemas de segurança. Eles tinham alguma razão em acreditar que um consumidor de drogas reformado, um criminoso condenado repetidamente, dificilmente poderia conseguir algo com outros adictos, e acreditavam que o programa de teste fracassaria rapidamente. No entanto, surprenderam-se ao ver quão rápido começou a ganhar uma imensa popularidade entre os presos. Mais e mais presos estavam pedindo para fazer o programa.

Um ano depois, em 1967, ao Senhor Benitez lhe foi oferecido uma redução de pena. No entanto, solicitou uma sentença alternativa que lhe permitisse ficar na prisão por mais tempo e assim poder cotinuar desenvolvendo o programa Narconon ali. "Foi a melhor decisão que eu tomei na minha vida", disse ele. "Também foi a mais dura. Tinha vontade de ir embora desse lugar como um homem livre".

Com seu trabalho contínuo, o programa Narconon se extendeu para 300 presos na Prisão do Estado do Arizona. E se propagou pelo mundo. Os presos continuavam trabalhando com Narconon lendo os materiais de L. Ron Hubbard.

Narconon continuou crescendo, e quando William saiu da prisão, Narconon já tinha começado a expandir-se para outras prisões dos Estados Unidos.

Anos depois, o Senhor Benitez voltou para o Arizona. EM 1981, foi contratado, para ser o Representante dos Presos, pelo antigo Diretor dos Departamento de Correções do Arizona, Ellis McDougall.

 

William Benitez
dependente quimico
 
Fundador do Programa
   

Foi em fevereiro de 1966. William Benitez, um preso da Prisão do Estado do Arizona, pulou de seu beliche na velha cela do bloco onde estava alojado e escreveu no seu calendário: "Decisão de estabelecer uma Fundação para os Narcóticos". Então sublinhou o dia 18 desse mês como sendo o dia em que planejou ir falar com as autoridades da prisão para pedir-lhes permissão para estabelecer um programa de reabilitação de drogas dentro das paredes da prisão.

Para Benitez, isso marcou uma mudança na sua vida. Foi o fim da busca por uma solução de seu próprio problema com relação ao consumo de drogas. E foi o começo de seus esforços por compartir que aprendeu com outros que estavam no mesmo barco: pessoas sem esperanças adictos às drogas.

"Durante anos, eu sabia que queria deixar as drogas, mas não sabia como", explica William. "Tentei muitas vezes. Li livros sobre qualquer coisa que tinha algo relacionado com a psicologia ou com o aumento das habilidades para alcançar as coisas. Tentei de tudo, desde aulas de idiomas até terapias de grupo durante minha condenação na cadeia. Mas a cada vez que parecia que eu estava melhor as drogas por mim mesmo, voltava a recair nas drogas...E outra vez de volta à prisão.

"Depois de chegar à prisão nessa ocasião, enquanto estava no bloco das celas para os que acabavam de chegar, aguardando a minha transferência para as galerias, um amigo meu deu-me algo de literatura para mantener-me ocupado. Entre esses livros havia um livro velho e andrajoso, Os Fundamentos da Vida de L.Ron Hubbard. Eu havia ouvido algo acerca de suas obras numa ocasião anterior quando cumpria uma condenação de dez anos na prisão estadual do Arizona, mas nunca as tinha lido".

"Sempre fui um ávido leitor de livros, que têm a ver com o comportamento humano, durante meus anos de aprisionamento. Esse pequeno livro me impressionou mais que qualquer outra coisa que tinha lido anteriormente".

"li o livro uma e outra vez, e depois comprei mais livros do Senhor Hubbard e os estudei com detenção durante meses. Os materiais falavam de habilidades humanas e de como recuperá-las de uma maneira tão básica, que fiquei espantado. Nunca tinha encontrado nada tão factível em toda a quantidade de obras que havia estudado antes".

"Não sou uma pessoa crédula quando se trata de aceitar novas e diferentes idéias ou enfoques. Se elas funcionam, bem, senão, jogo-as pela janela. Ou funcionam ou não funcionam. Francamente, estava cansado de "experimentar" com idéias ou filosofias, especialmente nas que você tinha que acreditar somente porque alguma "autoridade" as tinha escrito".

 

 
 
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