O usuário de drogas não está se movendo na mesma série de eventos que os outros. Isto se dá levemente, quando a pessoa é vista cometendo erros ocasionais, ou pode
ser tão sério quanto a insanidade total, onde os eventos parecem para ela completamente diferentes do que parecem para qualquer outra pessoa. E podem existir todos os graus
entre esses dois.
Não é que o usuário de drogas não sabe o que está acontecendo. É que ele percebe algo mais acontecendo ao invés da real série de eventos que estão acontecendo ao seu redor.
"Temos uma chance entre sermos mortos pelas drogas ou ficarmos vivos sem elas. As drogas roubam da vida as sensações e as alegrias que são as únicas razões, de qualquer forma,
para se viver." - L. Ron Hubbard ( de Mais Sobre as Drogas)
O que é a Dependência Química?
Se a pessoa é geneticamente ou bioquimicamente predisposta à dependência das drogas ou ao alcoolismo é uma controvérsia que tem sido debatida por anos dentro da comunidade científica.
Uma escola de pensamentos defende o "conceito da doença", abraçando a noção de que a dependência é uma doença hereditária, e que o indivíduo está permanentemente doente a um nível genético
mesmo no caso daqueles que experimentam longos períodos de sobriedade.
Outra filosofia argumenta que a dependência é um problema duplo consistindo de uma dependência física e mental dos químicos, composto por uma desordem mental pré-existente a qual os físicos categorizam
dentro de diagnósticos como depressão clínica, desordem bipolar, etc. É verdade que as drogas viciantes estimulam os centros de prazer de cérebro, causando tanto a redução da dor como a elevação
do humor.
Uma terceira filosofia afirma a idéia de que a dependência química é uma ramificação do desequilíbrio no sistema neurológico. A verdade nesta teoria é que o uso repetido de drogas viciantes
resulta numa dependência física ou tolerância, onde doses elevadas da droga devem ser tomadas para alcançar os mesmos resultados. A tolerância ocorre quando a pessoa já não responde à droga
da forma que ela inicialmente respondia. Então, por exemplo, no caso da heroína ou morfina, a tolerância é desenvolvida rapidamente aos efeitos analgésicos (destruidor da dor) da droga. Apesar
de que o desenvolvimento da tolerância ainda não seja uma dependência, muitas drogas que produzem tolerância também possuem um potencial viciante.
O fato permanece de tal forma a que há pesquisas científicas que apóiam todos esses conceitos. A questão de a dependência química ser ou não genético, comportamental ou bioquímico, não tem uma
resposta absoluta. O aspecto distinto da condição comumente referida como sendo uma dependência química a habilidade da droga de dominar o comportamento do indivíduo, indiferentemente se a
dependência física também é produto da droga.
"Por 30 anos tenho andado por aí indo de programa em programa achando que estava lutando contra o meu problema com a droga. Agora pela primeira vez na minha vida estou plenamente livre da
droga - em pensamentos, mentalmente e fisicamente. Sei que nunca mais vou tocar nas drogas outra vez." LK Diplomado pelo Narconon.
Alpicação de quaisquer escolas de pensamento que o provedor do tratamento acredite. Com uma taxa de recuperação ao redos dos 16 a 20%, baseados em análises estatísticas das medias nacionais,
a mensagem é clara: ainda temos muito mais o que aprender se quisermos elevar a taxa de recuperação a um nível mais desejável.
Há ainda uma quarta escola de pensamentos que tem provado ser mais acurada. Tem a ver com o ciclo de vida da dependência. Este dado é aplicável universalmente para a dependência, não importa
que hipótese é usada para explicar o fenômeno da dependência da droga.
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